20/05/16

Lidando com nossas bagagens

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Há por trás de toda paz uma guerra a se vencer. Não julgue só pelo o que seus olhos físicos enxergam. Olhe mais um pouco. Se demore no olhar, deixa mergulhar. Cada pessoa uma história, uma bagagem. Cada ser um pulsar diferente, batalhas internas a serem vencidas. A cura acontece para quem se abre, mas a abertura está também no tempo de cada um. O que para um é fácil, para outro é doloroso. Cada um no seu passo, vestindo o seu próprio sapato. Para entender que nessa vida por vezes somos mestres, por vezes aprendizes do tempo.

Há que se ter coragem para caminhar na trilha das descobertas. Porque nem tudo são flores, mas podem ser transformadas em lindos jardins.

Linda e perfeita é a pessoa que não conhecemos direito. A aproximação traz revelação, traz verdades. E a cura só pode acontecer nesse mergulho interno em nós mesmos. Quando aceitamos a nossa história, quando olhamos com amor e compaixão a ela conseguimos olhar assim também para o outro.

Mas o que fica mais fixo é o vazio. É no constante esvaziar do barco que podemos seguir mais tranquilos. Com os remos da fé podemos então deixar a vida fluir. Deixar o curso seguir.

Para a leveza fazer visitas é preciso aprender a se livrar de algumas bagagens, limpar outras e renovar e colorir algumas. A vida é um constante adquirir e deixar para trás bagagens. Não há curso de bagageiro profissional, mas a vida ensina bastante, sempre e tanto se olhar com cuidado, consegue-se captar um pequeno ou um grande encanto.

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12/05/16

Vamos cultivar o autoamor, baby!

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O amor próprio não nasce do dia para a noite. Não mesmo! Ele vem certeiro, em cheio, para quem ousa traçar o caminho do autoconhecimento. Ele precisa ser cultivado. Primeiro você planta suas sementes, uma a uma. Sim, são várias delas. Para usar no seu jardim você não precisa de nenhuma flor de jasmim. Anote aí para não esquecer:
Sementes de bem-me-quer, aceitação e autoperdão fazem parte do pacote.

Mas não é apenas plantar e esperar dar frutos, é preciso regar todos os dias o jardim da vida.

O autoamor é uma prática que pode-se adquirir também com as idas e vindas da vida. Aprende-se que agradar o outro só leva ao autovazio e se fica é mesmo de saco cheio. E que é preciso aprender a agradar a si próprio, e a seguir o compasso do coração, pois só ele sabe a solução e direção a seguir. Só ele sabe o caminho para florir.

A maior liberdade vem através do conhecimento maior de si mesmo e cuidados diários. Cada detalhe importa e faz a diferença se faz sentido do lado de dentro. Cultivar é preciso, alimentar o autoamor traz benefícios para todas as áreas da vida.

Então, vamos cultivar o autoamor, baby!

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05/05/16

Insegurança é o abandono de si mesmo

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Insegurança é NÃO ESTAR com você mesmo. É dar mais importância a opinião do outro e por consequência estar mais pensando no que outro acha do que você faz. É caminhar sem prestar atenção no que está sentindo, porque está com um belo papinho na cabeça: “o que estão pensando dessa maneira que caminho?” “O que estão pensando da roupa que estou usando?”

Você se questiona tanto sobre o que o outro acha e esquece de pergunta a si mesmo o que acha? O que é importante de verdade para você?

Segurança é segurar em si próprio. É se conhecer e através do autoconhecimento se aproximar de si e se apoiar nos próprios valores e nas próprias opiniões. É não ter medo de dizer não, não ter medo de mudar de opinião, de estilo de roupa ou até mesmo da cor de cabelo com medo de que as pessoas não gostem.

Porque o que realmente importa é se você gosta, se você se sente bem. O que acontece é que fomos treinados para agradar o outro, só que no final o que acontece é que agradamos o outro e ficamos com um buraco em nós mesmos e achamos que o outro é que tem que preenchê-lo.

Insegurança é o abandono de si mesmo. É não cuidar do próprio templo e abandoná-lo empoeirado e cheio das opiniões e valores alheios. Por isso muitas vezes abafamos a nossa voz e vamos com o que a maioria fala. Ai daquele que ousa ser diferente e seguir as suas próprias verdades, pois ele vai saber o que realmente é viver.

A segurança começa a brotar quando você começa a se valorizar, a respeitar seus valores e verdades. É permitir sentir e validar seu próprio sentir. É dizer não quando não quer, é dizer sim para o que é importante para si.

Esteja com você, não se abandone, porque você é valioso pelo simples e maravilhoso fato de existir.

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